domingo, 11 de maio de 2008

O Mundo de Mariana

(Os nomes, datas e mesmo a história foram inventados por mim)

Era uma vez o mundo normal em que existem pessoas, neste caso um bebé, que veio ao mundo às 4 horas e 40 minutos da manhã do dia 1 de Setembro [1] em 1993. Para alguns foi uma tremenda felicidade, mas, para outros aquele bebé era o desgosto, o ódio.

Este bebé foi crescendo no meio de amor e sorrisos. Era um bebé tão meigo e aos olhos da mãe era tão frágil.

Deram-lhe o nome de Mariana.

Mariana cresceu e tornou-se numa criança viva, tudo à sua volta era felicidade, tudo lhe parecia o arco-íris!

Sempre com o seu lado rebelde, Mariana era feliz e aprendeu que o Mundo era dela e que era ela que mandava nele.

Vivia numa casa ao pé do mar, onde a tranquilidade pairava sobre ela. A praia, o sol, as flores enchiam os seus olhos de alegria.

Era a típica “Maria-Rapaz” que brincava com carrinhos, saltava às árvores e corria sem parar. Adorava aquela liberdade que lhe subia pelo corpo, aquela adrenalina que lhe punha os cabelos em pé. Era um mundo encantador.

Ela via os rapazes como os melhores amigos, com quem podia conversar e brincar.

Só que um dia, o sorriso encantador de Mariana desapareceu e as pessoas começaram a assistir ao seu lado rebelde. A sua vida dividira-se completamente, as nuvens do céu ficaram negras e as flores murcharam.

Ela era tão pequenininha, e de repente viu-se obrigada a entrar no mundo dos crescidos.

Mariana não queria. Mariana gostava de ser criança, de brincar nas caixas de areia e de imaginar o seu príncipe encantado.

Agora, nada disto fazia sentido. Tinha apenas oito anos e não conseguia sorrir. Porquê? Ela sabia o porquê, mas os outros não e achavam-na uma criança fútil. Ninguém a percebia, nem sequer tentavam percebê-la.

Era uma criança tão pequenininha que não teve coragem, não teve coragem para contar o que lhe tinha acontecido.

Então, uma simples criança de apenas oito anos decidiu lutar sozinha contra aquela dor, aquele sofrimento e seguir um caminho em busca da felicidade.

Mariana tinha sido violada.

Foi numa tarde em que as nuvens tapavam o sol e se derramavam em lágrimas.

Bateram à porta e Mariana abrira depois de perguntar quem era. Era o seu vizinho que costumava brincar com ela, aparecera lá com os bonecos do Dragon Ball, os desenhos animados preferidos dos dois, para ambos brincarem.

Num acto tão simples, tão inocente, o pesadelo ia começar.

O vizinho era alguns anos mais velho que Mariana e começara por lhe dar uma festa no cabelo.

Ela nem se tinha apercebido, pois era um simples inocente que queria brincar.

Ele agarrou-a e pôs a mão nas suas calças, Mariana começou a sentir-se esquisita. Não sabia o que era aquilo, mas tinha percebido que era algo extremamente mau. Por instinto, começara a gritar. Estavam sozinhos em casa e os vizinhos eram escassos.

O vizinho deu-lhe uma estalada, nesse momento ela começara a sentir uma enorme raiva e fez de tudo para que ele a largasse.

Mas os olhos dele ferviam de ódio e prazer. Beijou-a violentamente e despiu-a. Mariana começou a chorar sem se aperceber.

Mariana foi obrigada a dar-lhe prazer sem saber o que isso era. O rapaz colocou o pénis dentro da boca dela e enfiou os seus dedos na vagina, era uma sensação estúpida.

A seguir penetrou-a de forma rude e no fim só disse: “Não correu sangue, sua vaca”.

Bateu-lhe de forma hipócrita e abalou, deixando Mariana numa dor física e psicológica.

Mariana sentia necessidade de tomar banho, tomou uma, duas, três vezes. Sentia-se nojenta.

Vestiu-se e saiu de casa, foi até ao cemitério. Não percebia porquê, mas algo a chamava para lá. Debruçou-se por cima da campa do avô e começara a chorar.

Ela não conhecera o avô, este morreu quando ela tinha apenas um ano de idade, mas desde sempre sentira algo especial por ele.

E pela primeira vez na vida, ela sentia o desejo de estar morta juntamente com ele.

Uma luz surgiu na palma das suas mãos e todos os pensamentos que tinha, naquele momento, desapareceram. O mundo tornou-se só ela e aquela luz. Sentia-se tranquila como se nada tivesse acontecido.

Então, voltou para casa e fez um desenho. Um desenho colorido e alegre. Naquele momento tinha decidido que ia esquecer tudo e que aquela dor ia passar.

A mãe chegara a casa e Mariana dera-lhe um enorme beijo e partilhou um sorriso encantador.

A vida de Mariana seguiu em frente.

O tempo passou e a criança de oito anos tornou-se numa adolescente alegre, extrovertida e lutadora. Diferente de todas as outras raparigas devido à marca do passado.

Uma adolescente que já era capaz de perceber o que lhe tinha acontecido à uns anos atrás, mas mesmo assim não culpava ninguém por tal acto, era devido a esse passado que ela se tornou no que é.

E numa manhã fresca em que o sol espreitava pelo murro da escola, a vida dela mudou.

Mariana olhava o céu e, nos seus pensamentos, tentava chegar ao sol. À sua volta, ouvia falares de gente grande e de gente pequena, mas o bater das bolas de basquetebol no chão todas desnorteadas falava mais alto que tudo. Girou com o mundo, parou e olhou! Não olhou, simplesmente, por olhar, olhou com olhos de ver. Há quem diga que olhou com o coração! E naquela confusão, viu, não apenas um rapaz, mas sim, algo diferente, algo especial.

Lutou pelo tal rapaz, sentia que era o momento indicado para viver uma nova aventura.

Era o Bruno, uma rapaz de caracóis muito giro, infantil como todos os rapazes da sua idade, mas muito querido.

Num momento para sempre guardado na sua memória, Mariana agarrou a mão dele e colocou-lhe um papelinho com o número de telemóvel. A partir desse dia começaram a falar, cada vez mais e uma amizade forte foi crescendo entre eles. Ela gostava realmente dele.

O primeiro beijo deles foi engraçado, Bruno era tão tímido, que Mariana teve que avançar. Foi um momento tão fofo.

Começaram a namorar, a vida de Mariana virou ao contrário, cresceu tanto, mas tanto que chagava ás nuvens.

Ganhou uma intimidade com Bruno, que não conseguia explicar, um amor, uma amizade, um sentimento repleto de sorrisos.

Ele tornou-se confidente dela e vice-versa, era tudo tão perfeito. Mariana resolveu contar-lhe o que tinha acontecido com ela. Sentia receio, mas tudo correu bem. Bruno era meigo e compreensivo, nada mudou na relação e ele apoiou-a o mais que podia.

Mariana e Bruno passado alguns meses separaram-se, continuando amigos foram apoiando-se mutuamente.

Mais tarde, o mundo de Mariana começou a mudar, a colorida vida que tinha ia, aos poucos e poucos, transformando-se em preto e branco.

Tinha-se tornado num pesadelo, voltara tudo a acontecer doutra maneira.

Mariana não tinha sido violada, mas tinha sofrido uma tentativa de violação.

Mil e uma coisas lhe passaram pela cabeça, naquele momento sentia nojo dela própria, perguntava-se se era para aquilo que tinha nascido e só queria morrer.

Tentou matar-se.

Numa noite, em que se encontrava sozinha em casa tudo aconteceu. Sentia-se sem forças para nada.

Calmamente, pegou nos comprimidos que tinha escolhido, admirou-os e sentiu-se com coragem.

Tomou o primeiro comprimido e ao fim do segundo comprimido, o telemóvel tocara. Era o Bruno, tinha sido um sinal. Ele impediu-a de fazer tal acto de cobardia. O amor que ainda sentia por ele para alguma coisa tinha servido. Agarrou no terceiro comprimido e esmagou-o com toda a sua força.

Mariana sentia raiva de si própria.

E pensou: “Se uma criança de oito anos lutou sozinha porque é que eu irei desistir?”

Agora, Mariana sabe que há sempre um amanhã e que ela vale mais que qualquer sofrimento.



[1] Invasão da Polónia começou ás 4h40 da manhã com um ataque maçivo de Luftwaffe em vários alvos. (1 de Setembro de 1939) Princípio da Segunda Guerra Mundial.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Ge'Best


Num momento, tão simples, tão doce, tão especial, este AMOR renasceu. Òh, meu amore, não foram apenas momentos, palavras, pensamentos que nos uniram. Foram sentimentos, puros sentimentos, apoiados numa linha do tempo que passa entre as minhas veias e as tuas, misturando o teu sangue com o meu, a tua alegria com a minha, a tua dor com a minha dor e assim, eu e tu, nos unimos, como uma pessoa só. Sabes meu amor, esta linha do tempo, por vezes, se afasta do meu corpo, da tua alma, do nosso sangue, mas os sentimentos, os puros sentimentos, continuam cá, no nosso coração. Pois, enquanto a linha do tempo misturava os nossos sangues, tu ... deslocaste o teu pé e o outro, destes passos, caminhas-te por esta linha e estendeste a tua mão. Demorou, os impulsos do meu cérebro não reagiram de imediato, precisou de picadas, beliscões, chapadas, mas , então, eu estendi a mão, para te puxar, para dentro de mim. Agora, a linha do tempo pode se afastar, já não interessa, tu já estás cá dentro e não sais. Ge'Best, um significado tão puro e genuíno, um nome tão simples, formado entre os grãos de areia e a frescura das ondas do mar, uma palavra que cresceu de sorrisos de uma tarde, de sorrisos de uma vida, letras espalhadas pelo vento e segredadas aos nossos ouvidos, é assim que eu recordo tudo (...) as tardes, os sorrisos, os abraços, as lágrimas, a cumplicidade daquele dia.
Crianças, puras crianças que cresceram. Crianças... Nós, meu amor, éramos puras crianças e agora, somos tão crescidas, como é bom poder olhar pela linha do tempo que nos atravessa e poder recordar todos os nossos feitos, por piores ou melhores que tenham sido. Tantas discussões...lembro-me tão bem de tudo, ás vezes sinto que a minha mente pára no tempo e apesar de tudo, ela teima em não sair de lá, porque nós éramos inocentes, e quando o somos nada importa, esteja bem ou mal ... E voltei a sentir esta inocência (...) num outro momento que nos uniam de forma tão linear, tangente! Sentir a tua mão pegar naquela vela e ao mesmo tempo a minha mão pegá-la também. Eu senti como se tivéssemos, não o mesmo sangue, mas sim as mesmas veias. Eu AMO-TE. As lágrimas escorreram-me pela cara, pelo corpo, um calor que subia em mim e me fez abraçar-te. Tudo voltou (de novo) ... GE'BEST contigo, o dia é mais azul <3

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Conversa :$$

Cada qual que tire o seu 'Juízo de Valor', eu já tirei o meu! :D

Eu: Só o Neh é que te apoia?
Ela: Por momentos achooo que simm
Eu: :S


Ela: ...
Ela: Fiquei triste ctg....... abocadinhooo
Eu: Atão ?
Ela: Qandoo soube que tinhas ido a festa deles
Eu: Não me deixaste explicar .
Eu: Ficaste logo amuada !
Eu: E por um momento, é preciso julgares logo a minha amizade ?

Ela: n
Eu: Acho que tu tmbm nao foste justa !
Ela: tou sempe a ser injustaa
Eu: É normal
Eu: És humana ... como eu, o neh, e qualquer outra pessoa
Ela: É ctg, é com o nehh ...
Eu: Sabes reconhecer nao sabes ?
Eu: E isso é importantissimo !
Ela: mas n chegaa
Eu: Só porque nao queres !
Ela: sou inutil
Eu: Porque nao te esforças pa mais .
Eu: Amor, tu mandas, tu , so tu, tens o poder !
Eu: Usa-o !!!
Ela: usoo comoo?
Eu: Como sorris, como choras, como dizes "Amo-te", como dizes "Desculpa", como dizes "Obrigado", como andas, como escreves, como olhas ...
Ela: Desculpaa por te julgar abocadinhooo
Ela: mas fiquei lixada por pimeiro dizeres que nao vais e dps vais
Ela: tpoo oia la... o pessoal ta sempe a sairr...
Ela: Convidaoo.m qandoo? NUNCA
Ela: depois tao ao pe de mim a contar aquelaas cenas todas e divertidass
Ela: e eu ficoo a olharr
Ela: pq nao tive la nao posso comentarr
Eu: Ri-te com eles !
Eu: Ou então, ri-te simplesmente !
Eu: Ri-te por te rires , ri-te por aquilo, ou por tii .
Eu: Ri-te sozinha e deixa-nos a nos sem perceber, sem poder-mos rir-nos, sem podermos viver o teu momento !
Ela: nao consigoo
Ela: vao.m achar maluca... parva... estupidaa
Ela: como mts das vezes
Eu: E então?
Eu: Isso importa ?
Ela: yh
Eu: Tu nao te achas maluca, parva, estupida ?
Ela: acho.m
Eu: És tu, é o teu momento, a tua vida !
Ela: n consigoo achar issoo
Eu: Tenta
Eu: Nada se consegue sem treino .
Eu: Mentalizate que tu , so tu importas ...
Eu: Mentalizate que o que aquele diz, o que aquele ri, o que aquele olha, o que aquele aponta, nao vale absolutamente nadaaa !
Ela: nao se consegue nd
Ela: Qandoo tamos demasiadoo em baixooo
Eu: Então, poe-te em cima !
Ela: sou fraca
Eu: Mostra-te , como nunca te mostras.-te , sorri acima de tudooo !
Ela: n consigoo
Eu: Arranja forças
Ela: onde?
Eu: Se for preciso eu vou buscar um trampolim pa te impulsionar, não chega ?
Eu: Em ti estao as forças todas ... tu és a fonte, és o orgulho, o amor, os sorrisos , faz de ti o que queres, usa-te a ti mesmaaa .
Ela: sou fracaaa
Eu: Pq queres
Eu: Porque te encontras perdida , nao é ?
Eu: Sem vontade ...
Ela: pq me sintoo feiaa...
Ela: pq me sintoo burra
Ela: pq sintoo que ngm me gostaa
Ela: pq sou intil
Eu: Então vira-te ao Contrário, dá um pino ... queres ajuda? Eu agarro-te nos pés e tu vais virar, vais sentir-te linda, sentir-te inteligente, sentir que eu, principalmente eu, estou ali, a agarrar-te para tu nao caires, a amar-te, mas eu nao chego pois nao ?
Ela: tu ajudass
Ela: tu chegasss
Eu: Então, bora ... Vamos dar o pino juntas, saltar no trampolim, dar cambalhotas de frente para tras e de tras para a frente ... E depois ?
Eu: Depois tu vais sentir um pouco da tua força
Eu: E com essa força, vais recuperar o resto !
Eu: Vais rir-te , e não vai ser sozinha, vai se comigoo ...
Eu: Então, nós vamos viver o nosso momento.
Eu: E quem estiver á nossa volta, quererá rir-se connoscoo e assim, irá juntar-se a nós!
Eu: E depois vem mais gente, e ainda mais .
Eu: E teremos todos, todos a viver um so momento !
Eu: Aí, tu, sentiras todas as tuas forças .
Eu: Vais deitar fora o trampolim, e saltar, saltar com a forças dos teus pés, com a força dos nossos sorrisos !
Eu: Talvez, chegues a voar !
Eu: Olha, e isto não é um sonhoo .
Eu: É o teu Futurooo !
Ela: .................
Ela: nao tenhoo palavrass
Eu: Não fales, sente!
Eu: Sorri ...
Ela: Ok, não tenho outro remédio.
Eu: Não é questão de Remédio.
Eu: É questão de: “...”, meu amor, eu amo-te como ninguem, tu fazes parte daquilo a que chamo MINHA VIDA, so tu, mesmo so tu, ocupas em mim aquele espaço, o espaço que me faz sentir completa, e eu não te vou perder, é que nao vou mesmoo, e sabes um coisa? Eu sinto-te distante, triste ... e tu sabes, que assim, eu nao me sinto bem, mas o importante não sou eu, és tu ! Tu sim, vales mais que uma noite de bebedeira com uns quaisqueres ... tu vales tudooo , porque tu estás aqui dentro.
De repente, como me sentia , tu sabes ... Foste tu, tu que ajudaste, que me percebeste, que me completaste, vi em ti, o que até ao momento so tinha encontrado na minha prima Angelina, e tu sabes, como especial é a relação que tenho com elaa . Peço-te , nao me deixes, nao deixes de me mostrar esse teu sorriso maravilhoso, nao escondas essa tua personalidade ! Eu quero-teee , quero-te Feliz, a voar ...

Ela: por nao quereer issoo, eh que tenhoo medoo de te perder, tenhoo medoo de perder a nossa amizadee
Ela: tnhoo ciumess, mts

Eu: Ciumes do que ?
Ela: da noite, tipo keroooooo SAIRRRRRRRRRRR
Eu: Saiii , tira o pé da porta da tua casa, dá paços, e respira, respira o ar da rua, o ar que te dá vida e olha á tua volta, a vida , o mundo, as coisas são tão perfeitas !
Ela: poiss saooo, eu sei dixoo
Eu: ( Tu sabes tão bem que eu estou aqui para tudo, se tu tinhas essa necessidade, porque nao vieste ter cmg pa irmos ate a praia ou assim? ) (Eu seii , que havia essa noite :S )
Ela: eu sei
Ela: masss tpoo o pessualzinhoo combinaa senass eh kapaz alguma vez dixer, querres vir?'
Eu: Sou
Ela: tu...................... entao e os outros?
Eu: Dos outros eu nao tenho que falar ...
Ela: POISS, DESCULPAA, MAIS UMA VEX
Eu: Eu estou aqui, para perdoar, porque eu erro .
Ela: EU TB , ACABEI DE ERRAR
Eu: É para isso que vivemos !
Ela: MAS NAO DEVIA TER MAGOADO KEM MAIS GOSTAVA
Eu: Isso é Relativoo . Qual é o mal ?
Ela: TODO
Ela: Sinto.m mal por causa dissoo
Eu: Eu acho que isso é uma forma de crescer .
Ela: yahh, tu ajudas-me a crescer
Eu: Ainda be m
Ela: aprendemos com os erros
Eu: Claro
Ela: oia mas nao deixei de amar
Eu: So tens que mostrar isso .
Eu: Como eu te amooo .
Ela: amas.m? mesmo?
Eu: Imenso
Ela: pk?
Eu: Porque tu és simplesmente tu , és aquela miudaa ...
Ela: sou aquela miudaa ...
Ela: QUE SIMPLESMENTE TE AMA
Ela: es linda

Eu: :D
Ela: gostava de ter a força k tu tens.


AMO-TE miuda! <3>

domingo, 20 de abril de 2008

Constantin Ciabanu (Não sei se está bem escrito :')


O sentimento que existe entre dois seres é sempre especial, mas o sentimento que existe entre nós dois ultrapassa qualquer nível de (especial)idade, é um sentimento fora do comum. Posso dizer, quero mesmo escrever em papel, para que fique registado no Planeta Terra, que eu sinto por ti AMOR, não AMOR de namorados, um AMOR diferente, um AMOR de amigos eternos.

Lembro-me tão bem da primeira vez em que te vi, tu marcaste a diferença, marcaste-me! Aquela carinha de menino assustado, que entrou pela sala adentro despertou em mim algum interesse. Foi há alguns anos atrás, quando eu ainda era uma criancinha, naqueles tempos em que tinha a mania que já era grande e a melhor, mas ainda me recordo como foi importante cunhecer-te.:) Os primeiros tempos foram de conhecimento, uns olhares, uns sorrisos, uma palavrinha aqui, outra ali. :DD Os anos passaram, e nós crescemos, agora somos homem e mulher mas o sentimento continua o mesmo! *.* Um AMOR cheio de inocência , alegria, paz (...:') Tu apaixonaste-te por mim, eu sempre soube, mas mesmo assim, segui com a nossa amizade em frente, esquecendo todo esse sentimento extra que sentias por mim. E assim, esta amizade aumentou. E os dias contigos eram passádos a rir, a abraçar-te, a brincar contigo, até mesmo a discutir! :D Recordo todos os nossos momentos com enorme carinho, porque tu marcaste a diferença. Apesar de todas as discussões, de todas as nossas zangas, tu estiveste sempre aqui, ao meu lado, a agarrar-me na mão quando eu mais precisava, a limpar todas as minhas lágrimas. Tu és tão querido :') , fazes tudo, mas tudo mesmo, só para eu me sentir bem e isso eu não esqueço num poço, isso eu recordo de qualquer espaço negro que se sobreponha em mim.

Apesar de dizeres que sou mimada devido á forma engraçada com que coloco os pés ... Apesar de me chamares nomes, bateres-me ou mesmo irritares-me completamente... Apesar de te rires de mim, achares as minhas atitudes estúpidas e parvas ... Apesar de me deixares sózinha enquanto falo contigo, deixares de me falar sem motivo ou até seres injusto comigo, meu (querido/amor), eu AMO-TE, tu és dos melhores que passou por mim e vais ficar! <3


CONSTANTIN, estás cá dentro para a eternidade! :'))

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Signo *.*



*VIRGEM - O Perfeccionista.
Dominante em relações. Conservador. Sempre quer a última palavra. Argumentativo. Preocupado, inteligente. Antipatiza com barulho e caos. Ansioso. Trabalhador. Bonito.
Difícil de agradar. Severo. Prático e muito exigente. Frequentemente tímido e pessimista.

sábado, 12 de abril de 2008

Passado :x




......Há momentos em que tudo á nossa volta está diferente. Há momentos em que olho as minhas mãos e elas não mostram sinceridade, em que me olho ao espelho e as formas do meu corpo desaparecem, em que petrifico e nem um sorriso falso consigo soltar, em que a pureza abala e o ódio permanece! Há momentos de que me arrependo completamente! Se tu soubesses. Se tu soubesses como me sinto, se tu soubesses o que estava a sentir naquele momento, se tu soubesses como a minha esperança abalou. Eu não existo, não sou nada! Já fui e talvez serei, mas agora, sinto-me vapor! Vapor que desapareceu com o calor das lágrimas.
......Eu quero a minha vida de volta. Não sei porquê nem quem ma tirou, não sei nada, mas quero-a. É minha, pertence-me!
......Sei que não devia ter-te magoado daquela maneira, mas já não consigo distinguir o bem do mal, já não consigo olhar e ver alegria.
......Todos os acontecimentos foram devastadores, pensava que era forte, pesava que conseguia seguir em frente, mas tudo permanece presente, aqui, no meu coração. É esta presença que não me deixa amar, é esta presença que me deixou na pessoa estúpida e mimada que viste.
......Peço desculpa, fui tão injusta, só pensei em mim. Agora, sei o quanto vales e estou disposta a lutar por nós.
......AMO-TE e acredita, é um sentimento puro e verdadeiro!


( Há textos que deixam de fazer sentido, só porque as pessoas nos deixam na mão. (De que me valeu todas as esperanças?) )

terça-feira, 8 de abril de 2008

Volta para mim vida!


Quero chorar, gritar e chorar.
Quero poder inundar o meu mundo, matar-me. Já me sinto morta, completamente morta. Mataram-me, mataram-me quando me tiraram a INOCÊNCIA. Porquê? Porque queriam eles a minha INOCÊNCIA? Eu sim, eu precisava dela... Precisava de me sentir criança, mas agora, sinto que perdi a criança que aqui morava, a criança que permanecia encantada a olhar os olhos dos outros. Eu não consigo, deixei de conseguir olhar os teus olhos, os teus olhos, os meus e os do mundo!
Sinto-me papel, esquecido naquela escura sala em cima da gélida secretária, onde as teias me cobrem e facilmente se rompem pelo bico da caneta, uma caneta sem tinta. E quando penso que estou completamente coberta pela teia, mesmo que não seja o melhor cobertor, lá vem a caneta ... Ela tenta de novo escrever algo, mas a tinta não sai e deixa-me, novamente, nua, completamente nua! Foram tantas vezes, tantas, tantas vezes que a caneta me quis escrever, mas não conseguia. Foram tantas vezes, que a caneta conseguiu deixar marca, sim, viam-se letras, letras GRANDES, letras que a caneta me tentava transmitir há muito.
Fecho os olhos, os meu olhos já estavam fechados desde que me mataram e silenciosamente sussurro o que vinha escrito em mim pela caneta sem tinta (...)


..............................SOCORRO =$$

domingo, 6 de abril de 2008

"Liberdade"


Dançar, bater as palmas, exaltar...
Gritar, pular, rodopiar, flutuar.
Vem liberdade, vem ter comigo!
Vem rir-te de mim, vem rir comigo.
Oh liberdade, minha liberdade,
Aniquila o que não é vida
E sorri.
Vem liberdade, vem ter comigo!
Olha para mim e vê,
Olha para mim de maneira diferente e vê.
Vê o sussurrar dos meus olhos.
Vê as lágrimas dos meus lábios.
Oh liberdade, minha liberdade,
Está na hora...
Os minutos acabaram,
Os segundos voam,
O tempo penetra-se em mim.
Vem liberdade, vem ter comigo...
Vem liberdade, vem ser Feliz!
Autoria de Boubles :D