
......Há momentos em que tudo á nossa volta está diferente. Há momentos em que olho as minhas mãos e elas não mostram sinceridade, em que me olho ao espelho e as formas do meu corpo desaparecem, em que petrifico e nem um sorriso falso consigo soltar, em que a pureza abala e o ódio permanece! Há momentos de que me arrependo completamente! Se tu soubesses. Se tu soubesses como me sinto, se tu soubesses o que estava a sentir naquele momento, se tu soubesses como a minha esperança abalou. Eu não existo, não sou nada! Já fui e talvez serei, mas agora, sinto-me vapor! Vapor que desapareceu com o calor das lágrimas.
......Eu quero a minha vida de volta. Não sei porquê nem quem ma tirou, não sei nada, mas quero-a. É minha, pertence-me!
......Sei que não devia ter-te magoado daquela maneira, mas já não consigo distinguir o bem do mal, já não consigo olhar e ver alegria.
......Todos os acontecimentos foram devastadores, pensava que era forte, pesava que conseguia seguir em frente, mas tudo permanece presente, aqui, no meu coração. É esta presença que não me deixa amar, é esta presença que me deixou na pessoa estúpida e mimada que viste.
......Peço desculpa, fui tão injusta, só pensei em mim. Agora, sei o quanto vales e estou disposta a lutar por nós.
......AMO-TE e acredita, é um sentimento puro e verdadeiro!
......Eu quero a minha vida de volta. Não sei porquê nem quem ma tirou, não sei nada, mas quero-a. É minha, pertence-me!
......Sei que não devia ter-te magoado daquela maneira, mas já não consigo distinguir o bem do mal, já não consigo olhar e ver alegria.
......Todos os acontecimentos foram devastadores, pensava que era forte, pesava que conseguia seguir em frente, mas tudo permanece presente, aqui, no meu coração. É esta presença que não me deixa amar, é esta presença que me deixou na pessoa estúpida e mimada que viste.
......Peço desculpa, fui tão injusta, só pensei em mim. Agora, sei o quanto vales e estou disposta a lutar por nós.
......AMO-TE e acredita, é um sentimento puro e verdadeiro!
( Há textos que deixam de fazer sentido, só porque as pessoas nos deixam na mão. (De que me valeu todas as esperanças?) )
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